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VivaoColetivo



loki

Depois de uma semana, venho falar sobre uma experiência maravilhosa que eu tive.

Ver o documentário Loki com a presença do 'ainda desconhecido' Arnaldo Baptista

O longa é de emocionar qualquer fã da boa música brasileira. E fã dos Mutantes como eu então...

Ahhhhhhhhhh, você pira, o negócio é doido bixo! Depois que você chora e que acaba e passa todas as letrinhas quem entra? O próprio!

 É inevitável você se arrepia, fica feliz e uma sensação fora do normal uma coisa tipo os amplificadores à válvula e guitarras da marca Gibson.

Sensacional!

Arnaldo Batista fala sobre estreia de documentário

MARCUS PRETO
Enviado especial da Folha de S.Paulo a Belo Horizonte

O relógio de Arnaldo Baptista bate em outro tempo. Ou em vários. Dividindo seus dias entre um sítio em Juiz de Fora (MG) e um apartamento em Belo Horizonte, não se deita muito depois de o sol se pôr. Acorda no meio da madrugada, pula da cama e vai pintar quadros, escrever livros e compor.

Tem obsessão por instrumentos "vintage" e não consegue conversar por 15 minutos sem citar amplificadores à válvula e guitarras da marca Gibson, que usa fielmente desde que fundou os Mutantes, no final dos anos 60. Chama seus álbuns, mesmo os que ainda pretende gravar, de LPs.

Só agora trocou seu gravador analógico por um digital, mas não usa computadores, sequer tem uma conta de e-mail. Ao mesmo tempo, é fascinado por fórmulas científicas, telepatia, discos voadores e, principalmente, viagens no tempo.

Sentado na poltrona de seu apartamento mineiro, onde recebeu a reportagem da Folha, Arnaldo vai desfiando teorias ao mesmo tempo em que fuma um cigarro. Descreve cada uma delas e cita na sequência algum estudo científico que possa lhe dar a devida sustentação.

"Para o futuro a gente só pode ir se for criogenizado, que é uma espécie de hibernação em que a pessoa fica em estado de estase, com o organismo funcionando mas sem ter consciência", diz. "Mas para o passado é mais fácil viajar. Basta ultrapassar a velocidade da luz. Dá pra ir pra onde quiser: milhões de anos atrás, ou cem anos, ou um dia."

O mais curioso da conversa é que, se tal tecnologia estivesse de fato disponível, Arnaldo não faria uso dela. O artista garante que seu melhor tempo é hoje. E que uma viagem ao passado, aos tempos dourados dos Mutantes, não seria um programa tão interessante assim.

Não é para menos. Só agora Arnaldo começa a receber, na prática, o devido reconhecimento pelos serviços prestados à música brasileira --contabilizados no premiado documentário "Loki - Arnaldo Baptista", que estreia hoje nos cinemas.

O filme foi exibido em festivais e teve aprovação incondicional do público. Adolescentes e marmanjos saíram das sessões aos prantos, igualmente enlouquecidos com as histórias de Arnaldo. Isso depois de terem aplaudido de pé por, no mínimo, cinco minutos.

Na atual fase de divulgação do documentário, Arnaldo assistiu sua vida recriada na tela "umas dez vezes". Esse processo quase psicanalítico o modificou de maneira profunda, a ponto de ter redimensionado fatos tidos como certos em sua própria memória.

Um exemplo: há cerca de três anos, assumiu que tinha sido mesmo o responsável pela histórica expulsão de Rita Lee dos Mutantes, em 1972. Agora, depois de ver isso desmentido no cinema tantas vezes, voltou atrás na afirmação.

"No filme, o Liminha e o Dinho [baixista e baterista originais dos Mutantes] lembraram que foi a Rita que pediu para sair. Isso estava nebuloso na minha memória, mas eles reativaram", diz. "Acho que fiquei confuso porque mandei ela embora da banda uma outra vez, num show do Maracanãzinho. Foi uma atitude [tomada] em momento de emoção, mas ela levou adiante."

Ele próprio sairia dos Mutantes mais duas vezes. Em 1973, rumo à carreira solo. E, de novo, em 2007 --um ano e meio depois de a banda ter voltado à ativa, com Zélia Duncan na vaga deixada por Rita Lee.

Os principais motivos dessa segunda separação, ele diz, foram técnicos. "Nenhum show dos Mutantes me satisfez porque as guitarras não eram Gibson e os amplificadores não eram à válvula", resume. "A Terra é tão grande, tem tantas coisas que os Mutantes ainda não fizeram... Espero alcançar o que falta agora, sozinho."

Ele já prepara seu "próximo LP", como diz. Tem "umas três" músicas prontas, mas já escreveu as outras oito que considera necessárias para completar o trabalho.
"Às vezes, gravo duas faixas em poucas horas. Mas tem dias em que o talento está lento e fico semanas sem fazer nada", diz. "Estou com o gravador em casa. É só organizar o ritmo das coisas e fazer tudo no meu tempo. Pode crer."

 

 

 

 



Escrito por Letícia Lins às 00h57
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Vai rolar da Cat Power por aqui.

Quer notícia melhor?

 



Escrito por Letícia Lins às 21h08
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já trabalhei mais, já durmi menos

e em vez de pensar na virada cultural, nas risadas, nos drinks... Penso no trapo que estarei Segunda-feira



Escrito por Letícia Lins às 20h21
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http://www.oesquema.com.br/trabalhosujo/2009/04/02/curumin.htm



Escrito por Letícia Lins às 21h37
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Fragmentos

Eu iria apenas colocar esse blog na minha listinha ali do lado em 'Outros sites' mas merece uma atenção beeeem especial até porque sou uma menina apaixonada pela vida e suas pequenas surpresas. Pequenas surpresas que deixamos grandes ou que complicamos. Coisas que aspiramos e que quando chegam tentamos fugir, ou simplemeste é tão grande que nos jogamos, nos entregamos de braços abertos sem pensar. No fim deixamos fragmentos com as pessoas que nos importam ou importaram... Só sei que me entreguei a esse blog como nenhum outro. Toda quinta tem um tema.  É tão curtinho, mas tão bom. Quando leio vou abrindo um sorriso daqueles. As vezes também lamento. Tenho vontade de deixar um comentário toda quinta, mas não cheguei nesse ponto da relação. rs. Enfim...

O blog é novo e as ilustrasções são mais que mágicas.

 http://www.fragmentos.bz/

 

 

 



Escrito por Letícia Lins às 20h48
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+ últimas idas ao cinema.

 Renee****

 Quem quer ser um milionário***

 Gran Torino****

 

Encarnação do diabo



Escrito por Letícia Lins às 22h10
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Escrito por Letícia Lins às 00h16
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Toda vez me surpreendo com esse meu blog, no fundo não vivo sem ele, rs. As vezes demoro pra passar por aqui, mas depois de alguns meses eu retorno. E sempre dou risada das coisas q escrevo e vejo o quanto mudei e o quanto eu não mudei. continuo gostando de Duchamp, Nação, nunca mais li o Charles; continuo beijando o Tomás, indo ao cinema, fotografando... Enfim... Blog pode ser uma coisa ridícula, mas eu me divirto com ele e faço ele pra mim. Já divilguei ele por ai, mas foi coisa rápida, e em uma conversa com os amigos alguém tava tirando uma com quem tem blog, ai contei, nossa devo ter um blog q eu escrevo de tempo em tempo e isso já faz uns 2 anos e pouco, ele desacreditou, e pediu o endereço. Não dei. É meu agora, isso aqui é pra mim.



Escrito por Letícia Lins às 10h40
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Dá-lhe Viver!!!

Nascedouro

Nação Zumbi

Composição: Nação Zumbi

Nascedouro
Abrindo os olhos pra tudo que brilha, tudo que brilha
Mas nem só de ouro, nem só de ouro
Acende a vida e inicia o grande drama
Apressado e sem ensaio
Sangrando uma vez por dia e nascendo de novo
Aprendendo no jogo
E ainda digo que
Que nem só de ouro, nem só de ouro
É preciso pra viver
Ladeira descendo e ainda dizer

Quem não vai torcer
Pro coração bater
Dá-lhe viver!
Dá-lhe viver!

E quem não vai torcer
Pro coração bater
Dá-lhe viver!
Dá-lhe viver!



Escrito por Letícia Lins às 01h00
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sesc pompéia

tropicália

é lá.



Escrito por Letícia Lins às 20h32
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Show.

Espetáculo “João Donato e a Nova Geração”, no dia 08 de julho, com dois shows reunindo o instrumentista e compositor e a nova geração da música brasileira: Adriana Calcanhotto, Bebel Gilberto, Fernanda Takai, Marcelo Camelo, Marcelo D2 e Roberta Sá. No dia 09 de julho será gratuito, voltado para o parque.

Serviço:

Dia 8 de julho, terça-feira
Horário: 21h
Abertura dos portões - 19h30
Preços: Platéia – R$ 130,00 (inteira) – R$ 65,00 (meia)
Setor Superior fileiras de M a P – R$ 30,00 (inteira) – R$ 15,00 (meia)

Dia 9 de julho, quarta-feira
Horário: 17h. Show gratuito, voltado para o parque (fundos do Auditório)

Telefone de contato – 4003-2050
Classificação etária – livre

Venda de ingressos, apenas via Internet ou callcenter
Internet – Ticketmaster -
 www.ticketmaster.com.br
Call Center (de segunda a sábado, das 9h às 21h) (11) 6846-6000 em São Paulo
Em agosto terão as aberturas de vendas de ingressos para João Gilberto e Roberto Carlos e Caetano Veloso.



Escrito por Letícia Lins às 23h34
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Escrito por Letícia Lins às 00h15
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Paixonites.

Eu lembro de todas as minhas paixões, das mais bobas, das que eu achava que era de verdade, das que poderiam ser de verdade. rs.

Mas quando a gente tá mesmo apaixonado é bom demais, é tão bom que chega a ser ruim, principalmente quando essa paixão não é correspondida.

Lembro da minha primeira paixão, eu estava na pré-escola, o nome dele era ou deve ser ainda Eduardo. Eduardo tinha os olhos mais azuis que alguém poderia ter, sua pele muito clara, e seu cabelo preto, mas ele não gostava de mim, ele gostava de uma loirinha, não lembro o nome dela. Até que no dia da festa junina ele veio deu um beijo na minha bochecha e deve ter segurado minha mão por uns cinco minutos e logo saio correndo. Depois desse dia, as vezes ele sentava do meu lado na hora da merenda e sempre sentava do meu lado no corre cotia. Ele não resistiu a moreninha... hhahaha. Bom, mas continuando a minha história, depois do Eduardo eu me apaixonei por um outro Eduardo, só que esse tinha os olhos verdes e era meu primo. Essa paixonite só ocorria quando eu ia passar umas férias ou quando eu ia pro Paraná, ele não gostava de mim, e o pior, o irmão dele gostava, meu primo André sempre ficava correndo atrás de mim nas brincadeiras, ahhh, como eu odiava o André quando ele me segurava. A minha próxima e bem ligeira paixonite foi o Ricardo da primeira série. Ele era loiro dos olhos azuis, claro! Ela foi bem ligeira porque a gente brincou de mostra o seu que eu mostro o meu, só que somente ele mostrou, hahaah lembro tudinho como se fosse hoje. Eu vi e sai correndo rindo... hahaha. Já na segunda série era o Nelson e o Argentino (tinha um argentino na minha sala) que gostavam de mim, só que o Nelson comia caquinha de nariz... Bah!! haha. O argentino era legal, sempre me dava chocolate e a gente sempre conversava. Foi na segunda série também que tive meu 'primeiro' namorado, ele se chamava Obeidi, a gente era bem amiguinho, mas ai no dia que ele me pediu em namoro a gente 'nunca' mais conversou, e dois dias depois ele saiu da escola. Enfim, na terceira sério foi o Thiago, na quarta o Leonardo, que aliás foi o meu primeiro beijo. Na sexta, humm, ahh... Não era do colégio, ele era vizinho de uma amiga minha a Bel, a gente se conheceu em um dia, ai ele me ligou durante uma semana e acabou. Quando eu fiz 13 anos tive minha primeira paixão de verão, o Rafael, mas minha amiga gostava dele também, ai nem rolou nada, no mesmo ano, o Higor gostava de mim, mas eu não gostava nada dele e mesmo assim foi o meu segundo beijo, e depois do beijo comecei a gostar um pouquinho dele. Na oitava foi o Rafael, meu terceiro beijo. Ai teve o Eliézer, minha segunda paixão de verão. Agora, já no primeiro ano do ensino médio, começo a me interessar pelo o Bruno (meu amigo até hoje) que logo que ficou sabendo que eu gostava dele me pediu em namoro, eu no outro dia aceitei, só que depois do beijo eu fugi dele. Durou uma semana, sendo que só o vi no dia do beijo e dava desculpas pra não atender o telefone. Foi o meu segundo primeiro namoro que não existiu, na paixão de verão foi o Ricardo que era feeeeeio, mas muuuuito bacana, ele é de Goiás, também não deu em nada, eu era muito tímida e só gostava de meninos mais tímidos ainda. Com os meu dezesseis eu gostava o Fábio; sempre brincavam com a gente e é por isso que (eu acho) nunca deu em nada, acho q eu gostava dele até antes viu. Outra paixonite inesquecível foi o Rapha, ele era da ETE, mas ele não quis ficar comigo porque os amigos dele não me achavam muito bonita. Azar, depois quando ele quis e eu tava afim de outro, o Leonardo; meu quinto beijo, eu gostava dele, pra variar, loiro dos olhos azuis, mas o beijo dele foi tão ruim, que no dia até passei mal, é sério, passei mal mesmo, com febre e tudo mais, como eu fugi desse menino. Mas logo depois me apaixonei pelo Tomás, e depois de uma história gigantesca que durou quase 6 meses, beijei ele no cinema. E nos beijamos ainda. Meu primeiro namorado de verdade. Meu melhor amigo hoje. Ninguém me conhece como ele.

 

Agora, por que eu estou escrevendo sobre isso? Bom, hoje uma pessoa de quase setenta anos veio me falar que estava feliz porque era a primeira vez que estava apaixonada, e ela com um brilho nos olhos falava:

- Estou vivendo e é tão bom!!



Escrito por Letícia Lins às 00h06
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Mais cinemateca e como sempre com muuuita categoria.

 

PHILIPPE GARREL

01 a 05 de julho de 2008 

Filho do ator Maurice Garrel e pai do jovem ator Louis Garrel, o cineasta PHILIPPE GARREL nasceu em Paris, em 1948, e tornou-se mais conhecido pela repercussão de seu filme Os amantes constantes (Les amants réguliers, 2004) sobre maio de 68. Sua última realização, La frontière de laube, participou da competição oficial do Festival de Cannes de 2008. Distante do chamado cinema comercial, Garrel sempre optou pela experimentação, recusando uma linguagem tradicional. Senhor de um discurso pessoal, seus filmes constroem-se de longos planos bastante elaborados, tendo sido agraciado com o prêmio Jean Vigo. A Cinemateca Brasileira exibirá dois de seus filmes inéditos comercialmente: Já não ouço a guitarra (Jentends plus la guitarre, 1991) premiado com o Leão de Prata no Festival de Veneza e O nascimento do amor (La naissance de lamour, 1993).

CINEMATECA BRASILEIRA

Largo Senador Raul Cardoso, 207

próxima ao Metrô Vila Mariana

Outras informações: (11) 3512-6111 (ramal 215)

Ingressos:  R$ 8,00 (inteira) / R$ 4,00 (meia-entrada)

Estudantes do Ensino Fundamental e Médio de Escolas Públicas têm direito à entrada gratuita mediante a apresentação da carteirinha.

PROGRAMAÇÃO

01.07 I TERÇA

SALA CINEMATECA PETROBRAS

19h20 - Já não ouço a guitarra

02.07 I QUARTA

SALA CINEMATECA PETROBRAS

19h30 - O nascimento do amor

03.07 I QUINTA

SALA CINEMATECA PETROBRAS

21h30 - Já não ouço a guitarra

04.07 I SEXTA

SALA CINEMATECA PETROBRAS

21h10 - O nascimento do amor

05.07 I SÁBADO

SALA CINEMATECA PETROBRAS

19h10 - O nascimento do amor

21h10 - Já não ouço a guitarra

FICHAS TÉCNICAS E SINOPSES

Já não ouço a guitarra (Jentends plus la guitarre), de Philippe Garrel

França, 1991, 35mm, pb, 98 | Legendas em português

Benoit Regent, Johanna Ter Steege, Yan Colette, Mireille Perrier, Brigitte Sy

Filme autobiográfico, dedicado postumamente à cantora e modelo Nico (ex-Velvet Underground), ex-mulher de Garrel e musa dos filmes que o cineasta rodou na década de 1970. De volta à Paris após os incidentes de maio de 68, Gerard passa seus dias fumando haxixe e sonhando com a bela Marianne.

O nascimento do amor (La naissance de lamour), de Philippe Garrel

França/Suíça, 1993, 35mm, pb, 94 | Legendas em português

Lou Castel, Jean-Pierre Léaud, Johanna Ter Steege, Dominique Reymond, Marie-Paule Laval

Os dramas existenciais e afetivos dos amigos Paul e Marcus, um ator e o outro escritor, ambos de meia-idade e às voltas com problemas com suas mulheres, revelam o vazio da experiência humana.

ROBERT BRESSON

01 a 06 de julho de 2008

ROBERT BRESSON (1901-1999) é considerado um dos maiores cineastas franceses do século XX. Graduado em artes plásticas e filosofia, Bresson tentou carreira como pintor antes de se converter ao cinema. Seu primeiro filme foi o média metragem Les Affaires publiques (1934). No início da Segunda Guerra Mundial, Robert Bresson foi enviado como prisioneiro de guerra a um campo de concentração alemão, onde ficou preso por mais de um ano. Dois anos depois, deu início à produção de uma série de longas-metragens que evidenciam sua inclinação pela temática religiosa e sua opção por um estilo de cinema avesso a psicologismo e excessos, em que os atores (quase sempre amadores) são "modelos" que servem à escrita da imagem. Robert Bresson é, com frequência, associado ao jansenismo, doutrina criada no século XVII pelo teólogo holandês Cornelius Jansen, que prega um extremo rigor moral. Em 1975, Bresson publicou o clássico Notas Sobre o Cinematógrafo, uma coletânea de anotações e aforismos onde o diretor expõe seus pontos de vista sobre a realização cinematográfica.

PROGRAMAÇÃO

01.07 I TERÇA

SALA CINEMATECA PETROBRAS

21h20 - Mouchette, a virgem possuída

02.07 I QUARTA

SALA CINEMATECA PETROBRAS

18h00 - O processo de Joana D'arc

21h30 - A grande testemunha

03.07 I QUINTA

SALA CINEMATECA PETROBRAS

18h00 - O batedor de carteiras

19h40 - Mouchette, a virgem possuída

04.07 I SEXTA

SALA CINEMATECA PETROBRAS

18h00 - A grande testemunha

19h50 - O processo de Joana D'arc

05.07 I SÁBADO

SALA CINEMATECA PETROBRAS

17h20 - Mouchette, a virgem possuída

06.07 I DOMINGO

SALA CINEMATECA PETROBRAS

16h30 - A grande testemunha

18h30 - O batedor de carteiras

20h30 - O processo de Joana D'arc

FICHAS TÉCNICAS E SINOPSES

O batedor de carteiras (Pickpocket), de Robert Bresson

França, 1959, 35mm, pb, 75 | Legendas em português

Jean Pelegri, Martin Lassale, Pierre Etaix, Pierre Lemarie

Baseado em Crime e castigo, de Fiódor Dostoiévski, o filme é considerado um dos mais importantes da história do cinema. Bresson revela o cotidiano e as fixações de um jovem batedor de carteiras que encontra nesta atividade criminosa uma verdadeira forma de expressão.

A grande testemunha (Au hasard Balthazar), de Robert Bresson

França, 1966, 35mm, pb, 90 | Legendas em português

Anne Wiazemsky, F. Lafarge, P. Klossowski, Walter Green

A triste trajetória do jumento Balthazar, desde sua infância idílica, cercado por crianças que o adoravam, até a idade adulta, quando é tiranizado e tratado como animal de carga. Balthazar só vai encontrar um pouco de paz no dia em que um velho moleiro passa a acreditar ser o burro a reincarnação de um santo.

Mouchette, a virgem possuída (Mouchette), de Robert Bresson

França, 1967, 35mm, pb, 87 | Legendas em português

J.C. Guilbert, Maria Cardinal, Nadine Nortier, Paul Hebert.

História de uma menina do campo violentada por um caçador é o ponto de partida para o diretor colocar em evidência, de maneira implacável, a miséria e a crueldade humanas. Escolhi [filmar] La nouvelle histoire de Mouchette porque não encontrei no livro nem psicologia, nem análise, disse certa vez Robert Bresson.

O processo de Joana d'Arc (Le procès de Jeanne d'Arc), de Robert Bresson

França, 1962, 35mm, pb, 65 | Legendas em português

Florence Delay, Jean-Claude Fourneau, Roger Honorat, Marc Jacquier

Bresson reconstitui, com seu rigor característico, a prisão, o julgamento e a execução de Joana DLArc, baseando-se exclusivamente em documentos históricos. Ao lado de A Paixão de Joana DLArc, de Dreyer, esta é a mais genial e fascinante versão cinematográfica do martírio dessa importante figura da história da humanidade.



Escrito por Letícia Lins às 11h06
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_.:**Fotolog**:._

 

Uma vez tentei fazer um fotolog, aliás... Não fiquei na tentativa eu fiz um, mas não consegui prosseguir por muito tempo com ele, sempre vejo fotologs alheios e acho que a maioria das pessoas que têm fotolog são pessoas muito felizes ou aparentam ser, mas daquele tipo de felicidade que nunca acaba, do tipo que 'todo mundo' quer ou busca, e por que os outros parecem ser muito mais felizes que eu? Eu nunca tinha pensado nisso antes, mas depois de algumas fotos de fotologs... Sei lá, a vida é tão boa, nunca acaba. Talvez o fotolog tenha esse propósito ou será que é isso inveja? hahaha, acho que o segredo tá nas poses com caras e bocas. Fato. Ninguém é feliz o tempo todo. Ou isso existe?

Vou colocar aqui uma foto bem típica de um fotolog.

_**Aniversário da Erikota**_

Viu? Pareço feliz? Todo mundo ai parece feliz.

O que? Que alcoolizada oque ow... É suco de laranja, tá cego?

 



Escrito por Letícia Lins às 10h45
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